A venda de multipropriedade costuma acontecer em abordagens durante a viagem, com brindes, pressão de tempo e promessas de valorização ou de uso flexível que depois não se confirmam. O contrato é longo, as taxas aparecem depois e sair parece impossível.
A multipropriedade é regulada pelo Código Civil desde 2018, e a relação com a empresa é, em regra, de consumo. Isso abre caminhos para rescindir o contrato e discutir cláusulas que retêm valores em excesso.
Três caminhos possíveis
Documentos que ajudam no caso
| Documento | Por quê |
|---|---|
| Contrato e anexos | Mostram as regras de uso, taxas e cancelamento |
| Comprovantes de pagamento | Base para calcular a devolução |
| Material de venda e mensagens | Provam as promessas feitas na abordagem |
| Tentativas de reserva negadas | Demonstram que o uso prometido não é possível |
Quanto mais registro da venda, mais forte o pedido
Como podemos ajudar
- Análise do contrato e das cláusulas de cancelamento
- Notificação da empresa para rescisão
- Ação de rescisão com devolução de valores
- Suspensão de cobranças e negativação
- Discussão de taxas de manutenção
- Acordos de saída
Perguntas frequentes
Parei de pagar. Posso ser negativado?
Quanto a empresa pode reter?
A fração pode ser vendida para outra pessoa?
Quer conversar sobre o seu caso?
O primeiro passo é uma conversa, em sigilo, para entender a situação e os caminhos possíveis.
💬 Conversar no WhatsAppConteúdo meramente informativo, sem promessa de resultado e sem consulta jurídica. Cada caso depende de análise individual dos documentos e das circunstâncias. As referências legais citadas indicam a norma aplicável em tese e não substituem a orientação de um advogado.